segunda-feira, 10 de junho de 2013

Evento Gambero Rosso


Numa semana de eventos em São Paulo, começou com o Gambero Rosso (camarão vermelho), denominado Top Italian Wines Road Show.


A Gambero Rosso é uma entidade que faz o guia que classifica os vinhos italianos, por tipo, classificando-os de uma a três Bicchieri (taças), em ordem crescente de qualidade.

O interessante é que ele não compara diferentes tipos de vinho, como por exemplo, Barolo e Frascati, para dar as notas. Cada categoria pode ter de 1 a 3 bicchieri, como avaliação.

Além do guia de vinhos, o Gambero tem outros guias como: Restaurante, Receitas, Foodies, Olio, Queijos italianos e vinhos, Guia de Roma e Sua Excelência Itália.


O Show no Brasil contou com dois eventos, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo. Este acontecimento incluiu degustações, workshop e masterclass, orientadas por Marco Sabellico, editor sênior do guia Vini d'Italia, juntamente com locais líderes de opinião. Participou também desta mesa o jornalista brasileiro Jorge Lucki.


Estiveram presentes 61 produtores, com 5 vinhos cada um em média, dando um total de 300 vinhos a provar, o que é, ao meu ver, uma missão impossível.

Mais de 5.000 comerciantes, imprensa e blogueiros participaram de vários eventos ao redor do mundo, aproveitando as oportunidades para conhecer os produtores, enólogos e amantes do vinho

Foram montadas duas Masterclass, a primeira abrangia vinícolas do norte da Itália, até a Toscana e Umbria e a segunda Masterclass, da qual participei, compreendia regiões de Roma (Lazio) até o sul da Itália.


A primeira aula incluiu as regiões mais famosas de vinho da Itália, como o Piemonte, Veneto, Friulli, Toscana e Umbria.

A segunda aula, por sua vez, foi muito interessante, pois apresentou regiões que evoluíram muito em seus vinhos e que usam uvas autóctones e pouco conhecidas, ampliando desta forma, o meu conhecimento.

Antes das Masterclass, passei por alguns produtores que me impressionaram com a qualidade dos seus brancos e espumantes.

Estive também no stand da Allegrini, já visitado por mim, e lá fui eu de novo, mais uma vez muito bem recepcionado pela Gloria Mainella. Aproveitei desta vez para provar, entre outros, o moderno Amarone.


A boa organização do evento ficou por parte de Cristina Neves Comunicação e Eventos!


Alguns aperitivos também foram servidos neste evento, permitindo que pudéssemos desta forma, assimilar  o grande número de degustações.


Foram apresentados, na segunda masterclass, 30 vinhos, brancos seguido pelos tintos, e no fim, um delicioso vinho doce Passito di Pantelleria.


A maioria dos produtores tiveram seus vinhos representados em uma das Masterclass.

Os  vinhos da segunda masterclass foram:

Brancos:

Da região de Roma:

1) Poggio le Volpi: Frascati Sup. Epos 2011 (Malvasia de Candia 50%, Malvasia del lazio 40% e Trebbiano). Achei um pouco adocicado.

Do Marche:


2) Monte Schiavo: Verdicchio dei Castelli di Jesi Cl. Sup. Pallio di S. Florianp 2011 (Verdicchio) Gostei, ele é moderno.


3) Terre Cortesi Moncaro: Verdicchio dei Castelli di Jesi Cl. V. Novali Ris 2010 (Verdicchio). O aroma é muito rico.


4)  Casal Farneto: Verdicchio dei Castelli di Jesi Cl. Crisio Ris 2010 (Verdicchio). Foi o que mais gostei dos 3.

Do Abruzzo:


5) Mascarelli: Trebiano d’Abruzzo Marina Cvetic 2010 (Trebiano d’Abruzzo). Muito aromático, flores, boa complexidade, bom uso da madeira.

Da Sicilia:

6) Zonin: Insolia 2012


7) Planeta: Chardonnay 2010. Achei elegante, muito bom.

Da Sardegna:

8) Tenute Sella & Mosca: Vermentino di Gallura Sup. Monteoro 2011. Muito aromático.


9)Vigne Surrau: Vermentino di Gallura Sciala 2011. Muito bom.

10) Capichera: Vermentino do Gallura Vigna’ngena 2011. Um pouco adocicado.

Do Marche. Bons vinhos e preços.

11) Valle Reale: Montepulciano d’Abruzzo Vigne Nuove 2011. Bem frutado. (Montepulciano)

Tintos:

Do Abruzzzo:


12) Villa Medoro: Montepulciano d’Abruzzo Colline Termane Adrano 2009


13) Cantina Tollo: Montepulciano d’Abruzzo Cagiòlo Ris 2009


14) Castorani: Montepulciano d’Abruzzo Podere Castorani Ris. 2008

Lazio


15) Falesco: Montiano 2010. (Merlot) Flores, frutas, gostei muito.

Marche:


16) Velenosi: Rosso Piceno Sup. Roggio del Filare 2008 (Montepulciano e Sangiovese).

Molise:


17) Di Majo Norante: Molise Aglianico Contado Ris. 2010 (Aglianico)

Puglia:


18) Torrevento: Castel del Monte Rosso Vigna Pedale Ris. 2009 (Nero di Troia, Aglianico). Bom


19) Vigne & Vini: Negroamaro del Salento 12 e Mezzo 2010 (Negroamaro). Elegante, aroma delicado.

20) Leone de Castris: Salice Salentino Rosso Cinquantesima Vendemmia Ris 2009 (Negroamaro 90% e Malvasia)


21) Cantine Due Palmi: Salice Salentino Rosso Selvarossa Ris 2009


22) Conti Zecca: Nero 2009 (Negroamaro e Cabernet Sauvignon).


23) Tenute Rubino: Visellio 2020 (Primitivo). Bom vinho.

Calabria:


24) Il Greco: Masino 2010 (Calabrese).

Sardegna:


25) Argiolas: Cannonau di Sardegna Costera 2009. (Cannonau). Leve, fresco.

Sicilia;


26) Cantina Rallo: Il Principe 2011 (Nero D’Avola).

27) CusumanO: Sagana 2010 (Nero D’Avola). Belo vinho.


28) Firriato: harmonium 2010 (Nero D’Avola). Muito aromático e delicioso.


29) Carlo Pelegrino: Passito di Pantelleria 2011 (Muscat da Alexandria, também chamada de Zibibbo) Maravilhoso, aromático, macio.

Os vinhos da primeira Masterclass foram:

01) Nino Franco – Valdobbiadene Prosecco Superiore Vigna della Riva di San Floriano 2011

02) De Stefani – Prosecco Zero Gran Cuvée Extra Dry

03) Tenute di Genagricola – Prosecco Extra Dry Tenuta Sant’Anna

04) Villa Sandi – Valdobbiadene Prosecco Superiore Extra Dry

05) Ruggeri – Valdobbiadene Estra Dry Giustino B. 2011

06) Guido Berlucchi – Franciacorta Cuvée Imperiale

07) Santa Margherita – Franciacora Cuvée Annamaria Clementi 2004 (Ca’ del Bosco)

08) Lunae Bosoni – Colli di Luni Vermentino Lunae Et. Nera 2011

09) Cavit – Pinot Grigio Cavit Collection 2012

10) Píera Martellozzo – Friuli Grave Bianco Milo 2011

11) Cantina Produttori di Cormòns – Collio Friulano 2011

12) Volpe Pasini – Sauvignon Zuc di Volpe 2011

13) Livon – Braide Alte 2010

14) Nals Margreid – Mazzon Pinot Noir Alto Adige 2010

15) Jermann – Pignacolusse 2007

16) Medici Ermete e Figli – Lambrusco I Quercioli Reggiano Dolce Rosso 2011

17) Cavicchioli – Lambrusco Emilia Amabile Rosso

18) Rocca delle Macie – Chianti Classico Famiglia Zingarelli 2010

19) Melini – Chianti Classico La Selvanella Riserva 2005

20) Arcanum – Arcanum 2007

21) Poliziano – Nobile di Montepulciano Asinone 2009

22) Fattoria del Cerro – Vino Nobile di Montepulciano Vigna Ântica Chiusina 2006

23) Colle Massari – Grattamacco Bolgheri Superiore 2009

24) Tenuta San Guido – Sassicaia Bolgheri 2009

25) Gaja – Barbaresco 2008

26) Marchesi di Barolo – Barolo Sarmassa 2008

27) La Spinetta – Barolo Campè 2007

28) Masi – Amarone della Valpolicella Classico Costasera 2008

29) Allegrini - Amarone della Valpolicella Classico 2009

30) Tenuta Sant’Antonio - Amarone della Valpolicella Campo dei Gigli 2007

Toda esta maravilhosa experiência poderia ter sido melhor explorada se o evento ocorresse em mais um dia, pelo menos.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Evento Borsavini Brasil


Participei de um evento denominado Borsavini Brasil, onde foram apresentados diversos vinhos italianos, a maioria deles com seus produtores que por sua vez, estavam procurando importadores no Brasil.

Este evento foi promovido pelo ICE (Istituto Nazionale per il Commercio Estero) que é a agência do governo italiano, destinada à promoção de oportunidades comerciais e de negócios e à cooperação industrial entre empresas italianas e estrangeiras. Ele apoia a internacionalização das empresas italianas e sua consolidação no mercado exterior.

Participaram do evento 19 produtores de vinho da maioria das regiões da Itália, propiciando aos visitantes, uma experiência extraordinária.

Os vinhos que mais me chamaram a atenção foram:

Brancos:

1)Pinot Grigio Vigneto Radica 2012 IGT. Este Pinot Grigio, experimentei, pois não tinha ainda provado o Pinot Grigio da região do Abruzzo. Era um vinho agradável, aromático e seco, com bom corpo e estrutura.


2)Chardonay Brioso 2011 IGT, da Azienda Agricola Ricchi Vigneti Radica, que estava muito bom.


3) Pinot Nero 2011 IGT, da Ca‘ Montebello. Provei pela primeira vez um vinho branco da uva Pinot Nero que se mostrou gostoso.


4) Riesling San Rocco 2010, da Castello di Stefanago, que fica na Lombardia estava seco, frutado e muito bom.



Tintos;

1) Os vinhos da Barale Fratelli, do Piemonte estavam muito bons, principalmente os DOCG: Barolo Bussia 2008 e Barbaresco Serrabella 2008.


2)  O Barbera Langue 2009 da La Raia estava perfeito, no ponto de apreciar.


3) Chianti Classico Castello di Selvole 2010, San Martino a Selvoli 2010 e Chianti Classico Riserva Castelo di Selvole 2009 se mostraram muito bons.


4) O Savuto Odoardi 2009, da Calábria, apresentado pela Wineoclock oferecia uma excelente relação custo benefício, custava menos de R$50,00 e se mostrou bom. Resulta de 3 vinhedos de diferentes altitudes.


5) O Amarone Classico dela Valpolicella Monte Faustino 2007 foi o vinho que mais gostei do evento. É Importado também pela Wineoclock.


6) O Brunello di Montalcino Enzo Tiezzi 2008, também da Wineoclock estava muito bom. Apesar de jovem apresentou aromas e sabores já evoluídos.

7) O Barolo Aldo Clerico 2008, da Wineoclock estava muito bom.

8) Os vinhos do Piemonte, da Tenuta Costa se mostraram muito bons: Barolo Tenuta Due Corti 2008 DOCG e o Nebiolo d’Alba Tenuta Due Corti 2010 DOC.


Fiquei com impressão de que vinhos, que normalmente são de guarda, como Barolo e Brunello, estão sendo produzidos com uma técnica que permite que eles sejam apreciados ainda jovem.


Vou apresentar os produtores por ordem de região e alfabética:

Abruzzo:

-     Vigneti Radica, que é uma vinícola moderna e jovem situada nas colinas da região Abruzzo e que fica no centro da Itália, próxima ao mar Adriático. Os vinhos seguem duas categorias: D.O.C e I.T.G:

DOC: Montepulciano dÁbruzzo Vigneti Radica 2011 e Paparacco 2009; Trebbiano d’Abruzzo Vigneti Radica 2012 e Cerasuolo d’Abruzzo Vigneti Radica 2010.

IGT: Terra di Chieti Pecorino Vigneti Radica 1012 e Pinot Grigio Vigneto Radica 2012.


Lombardia:

-     Azienda Agricola Alziati Annibale, Que faz uma agricultura natural, representando as tradições.


O DOC é feito na região de Oltrepo Pavese: Barbera 2010, Bonarda Gaggiarone Vitigni Giovani 2009 e Bonarda Gaggiarone Cancello 4 2010.

O IGT é produzido na região de Pavia: Pinot Nero 2010.


-     Azienda Agricola Ricchi (importador Lario Import e Export www.larioimportexport.com.br), que fica próxima ao Lago de Garda, produzindo com cepas, na sua maioria, francesa:

DOC Garda: Cabernet 2011, Chardonnay Meridiato 2011 e Merlot 2011.

IGT: que no Colli Mantovani produz o Mandorlo Bianco 2011 e em Alto Mincio o Chardonay Brioso 2011.


-     Ca‘ Montebello (importado por Lario).


DOC, produzido em Oltrepo’ Pavese: Babera 2010, Pinot Nero Vinificado bianco 2012 e Moscato 2012.

IGT, da região de Pavia: Pinot Nero 2011 e Pinot Grigio 2011 que achei um pouco leve demais.


-     Castello di Stefanago (importador: Lario), que usa agricultura orgânica, na província de Pavia.

IGT: Barbera Piedilupo 2007, Cabernet Sauvignon Castellare 2007 e Riesling San Rocco 2010. O Riesling se mostrou muito bom.

Vini Spumanti Spumante Rosé Método Clássico: Baruffaldi Rosé 2010.


-     Civielle (importador Lario), que fica na margem ocidental do lago de Garda.

DOC Garda Classico Pergola Gropello 2011 e Valtènesi Pergole Chiaretto 2011.

IGT Benaco Bresciano: Vivigarda Rosso 2007 e Vivigarda Bianco 2010.


-     Giorgi Di Giorgi Fille Snc:


DOC Oltrepo’Pavese Sangue di Giuda Frizzante 2012, Malvasia Frizzante.

IGT Provincia de Pavia: Rosso Oltraja 2009, Moscato Rosato frizzante e Spumante Extra Dry.


Do Piemonte tivemos:

_     Barale Fratelli:


DOCG: Barolo Bussia 2008 e Brabaresco Serraboella 2008.

DOC Barbera dÁlba La preda 2011, Dolcetto d’Alba Bussia 2011 e Nebbiolo 2011.


-       La Raia, que é uma empresa orgânica e biodinâmica, localizada no coração das colinas do Gavi.

DOCG: La Raia 2011, Pisè 2011 e Riserva Vigna dela Madonnina 2010.

DOC: Barbera La Raia 2011 e Barbera Largue 2009.



Da Toscana:

-   Azienda Agricola Castel di Pugna, que iniciou nos anos 90, apresentou os vinhos:

DOCG: Chianti Colli Senesi: Elere 2008 e o Chinate superiore Villa Cambi 2007.

IGT: Castelpugna 2003 e 2004.

- Azienda Agricola pakravan-Papi, com os vinhos:

IGT: Beccacciaia 2008, Sangiovese Cabbriccio 2008 e Rosso Cancellaia 2008.

-   Badia di Morrona:

DOCG Chianti del Paretaio 2011

DOC: Monferrato, Brico san Giovanni 2010

IGT Taneto 2010, N’Antia 2009 e Sangiovese Vignaalta 2008.

-  Castello di Selvole,

DOCG: Chianti Classico Castello di Selvole 2010, San Martino a Selvole 2010 e Chianti Classico Riserva Castelo di Selvole 2009.



-  Fattoria Fibbiano:

DOCG Chiante Superiore Casalini 2010.

IGT Fonte dele Donne 2011, Le Pianette 2011 e L’Aspetto 2009.


_  Tenuta Casteani:

IGT Terra di Casteani 2008 e Sessanta 2009.


_  Tenute Franzinello Socini Guelfi:

DOCG Brunello de Montalcino Le 7 Camicie 2008, Chiante Classico La Casaccia 2011 e Chiante Poggi al Sorbo 2011.

DOC Rosso di montalcino Le 7 Camicie 2011 .

IGT Gugu Rosso 2011.


Havia ainda duas mesas com representantes de várias regiões:

-   Wineo clock que tem representação no Brasil (www.wineoclock.com.br), com os vinhos:

DOCG Toscana: Brunello di Montalcino Enzo Tiezzi 2008,  Piemonte: Barolo Aldo Clerico 2008 e Veneto: Amarone Classico dela Valpolicella Monte Faustino 2007

DOC Calabria Savuto Odoardi 2009.

IGT Sicilia: Terre ciciliane Grillo Orestiadi 2012.


-   Tenute Costa que representa:

DOCG: Toscana Morellino di Scansano Terre di Fiori 2011; Piemonte, Barolo Tenuta Due Corti 2008.

DOC: Piemonte: Dolcetto d’Alba Tenuta Due Corti 2011 e Nebbiolo d’Alba Tenuta Due Corti 2008.
Alto Adige: Lahnhof Firmalein Pinot Bianco 2011.

sábado, 4 de maio de 2013

Restaurante Peixaria


Li que havia aberto na Vila Madalena um Restaurante chamado Bar e Peixaria, com preços bem honestos e foi então que procurei conhecê-lo



O lugar é muito interessante com amplos salões e com uma decoração criativa, de baixo custo, beirando o Kitsch.


As mesas do Peixaria tem as toalhas de plástico, paliteiros que fazem saltar os palitos, jarras de plástico e caipirinhas que vem em vidros de palmito...tudo muito divertido e popular!


A sensação é a de que se está na praia, desejo do proprietário, uma vez que falta uma praia aqui para nós paulistas, condenados aos passeios pelos shoppings da vida.


 Na Peixaria, são colocadas mesas na calçada e já na entrada, fica a churrasqueira, onde pode-se ver os peixes, camarões e outros frutos do mar sendo grelhados sobre o carvão.


Existe uma peixaria no local, onde se podemos adquirir frutos do mar, para levar ou preparar no local (é cobrado 20% sobre o preço do produto).


Existem também mesinhas altas de bar, onde se pode beber e comer, inclusive durante a espera, já que a fila tende a aumentar com o tempo...


O cardápio é extenso e tem  uma infinidade de entradas, como camarão, lula, polvo, ostras, marisco e outros frutos do mar e caldos como o de sururu.


Aos sábados servem até feijoada de frutos do mar, que para 2 pessoas, custa R$69,00.


Algumas carnes também são oferecidas, porém nesta parte não me detive, pois o meu objetivo era apreciar somente os frutos do mar.

Raspadinhas com água, pinga, pinga mineira, vodka e sakê são oferecidos, acompanhados de várias frutas. No dia em que fomos à Peixaria, faltava quase tudo e quando pedimos uma raspadinha de abacaxi, veio um xarope adocicado e artificial e não da fruta verdadeira. Pedimos então para trocar por suco de abacaxi, que aí sim era feito com a fruta.


Pedi também uma lula grelhada, que estava sequinha e muito saborosa. Acompanhava a lula, um molho com lima, azeite e alho,  que estava muito bom.

Meu amigo pediu o caldinho de sururu que estava divino.


O prato de camarões pistola (vem 6), no alho e oléo era grande estava delicioso.


O polvo grelhado também era grande e bem assado, uma boa porção. A cabeça do bicho veio inteira, com uma aparência um pouco estranha.

Pedimos também um lagostim grelhado e muito bem preparado.

O restaurante está com um grande movimento e ainda não conseguiu organizar os trabalhos.

Neste dia faltavam vários produtos e o serviço estava atrapalhado.

A cerveja, que vem dentro de um isopor com gêlo e, não requer preparo, demorou mais que os pratos.

De qualquer forma,  os garçons foram simpáticos e bem humorados e nós não perdemos a esportiva pelas atrapalhadas.

Os preços cobrados ali são bem mais em conta que os preços cobrados nos demais restaurante de São Paulo.

Todos esses pratos, para 4 pessoas, além de várias cervejas (Original) e suco saíram por R$280,00.

O restaurante tem tudo para dar certo, principalmente pela boa relação custo / benefício.

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