Na viagem que realizei em 2018, o destino seguinte à Marseille seria Barcelona. Como o trecho até lá era muito longo e os hotéis em Barcelona, muito caros da viagem, resolvi passar uma noite em Tosa del Mar. Uma cidadezinha na Costa Brava, meia hora antes de chegar à Barcelona.
Em Tosa ficamos hospedados num pequeno hotel, simples mas confortável, chamado Windsor (http://www.hotelwindsortossa.es/). O Quarto Superior Casal, com café custou EUR 70,20.
Tosa fica na província de Gironda, Catalunia, na Espanha. A cidade tinha em 2004, apenas 5.001 habitantes.
Marc Chagall batizou este povoado de paraíso azul, quando a visitou em 1933 e Ava Gardner e James Mason gravaram nas suas ruas: Pandora y el holandés errante.
Apesar de se chamar Costa Brava, as praias que eu vi ali não tinham nada de bravas e suas areias eram grossas.
No dia em que chegamos, o tempo estava escuro e um pouco frio, por isto passeamos pela cidade e pelas praias Platja Gran e Palya D`es Codolar , deixando o castelo para o dia seguinte.
A cidade é um pequeno labirinto de ruelas tortuosas, com restaurantes e lojas de artesanato, além de lojas com produtos alimentares de babar, como embutidos, torrones e outros.
As lojas, de presuntos de todos os tipos e preços, eram uma tentação por todos os lados.
Tosa é muito colorida, tanto pelas casas, como pelas flores abundantes.
Pela cidade vemos azulejos, utilizados como telas, com motivos religiosos pintados e histórias escritas.
A cidade estava decorada com bandeirinhas coloridas em alguns locais, mais charmsa ainda.
Como a Espanha é católica, igrejas e capelinhas não faltam em Tosa.
No lado direito da praia, existe um belo e bem conservado castelo medieval, do século XII, que é separado da cidade, por uma imponente muralha.
Subimos ao castelo, com lojinhas e restaurante dentro e uma vista ampla das duas praias da cidade.
Passando ao lado do castelo, chegamos à Palya D`es Codolar, uma linda e pequena praia de pescadores com água cor de esmeralda.
Passeando à noite pela cidade, encontramos o restaurante Bahia, que apesar do nome, nada tem a ver com a nossa Bahia. Lá jantamos e fomos tão bem recebidos que, vou mesmo dedicar um artigo especial sobre ele.
Esta passagem, por Tosa, foi uma rápida estadia, porém se tornou uma grata surpresa! Fomos bem acolhidos tanto no hotel, como no restaurante.
Antes de chegarmos à Tosa, resolvemos conhecer Figueres, cidade onde nasceu e morreu (1904 1989) o artista Catalão Salvador Dali, um dos maiores nomes do surrealismo.
Figueres é cheia de obras do artista, muito interessantes, mas que não faz parte das minhas preferências artísticas.
Passamos em frente ao Teatro Museu Salvador Dali, onde havia uma longa fila e,de cara já dava para imaginar as excentricidades que deviam haver lá dentro.
Existem Figueres também, um museu de jóias do artista.
Aproveitem as experiências que venho vivendo, enquanto procuro conhecer melhor o mundo dos vinhos. Também vou falar da gastronomia e de viagens pelo mundo, incluindo as principais regiões produtoras de vinho. Saúde! E boa leitura!
sexta-feira, 20 de julho de 2018
segunda-feira, 16 de julho de 2018
O restaurante descolado Lilu, de André Mifano
Conheci o chef André Mifano quando comecei a frequentar o restaurante Vito, aqui na Vila Madalena, especializado em cozinha italiana.
Ele começou sua carreira, aos 17 anos, na cozinha de Hamilton Mellão.
Tempos depois, senti muito quando aquela sociedade do Vito se desfez e eu fiquei aguardando ansiosamente o seu novo empreendimento.
Quando ele abriu o Lilu, fiquei feliz!
Lilu é o nome de seu novo restaurante e veio do apelido de sua avó. Logo que eu soube o novo endereço de seu restaurante, passei lá em frente para fotografar a carta e ver que caminho Mifano estava trilhando.
Como o restaurante só costuma abrir de noite, esperei uma oportunidade para visitá-lo.
O Lilu fica à rua Francisco Leitão, 269 (fone: 99746-0269), em Pinheiros. Abre de terça à sábado, das 19h30 às 22h45.
Seu pequeno salão é envidraçado, aberto para a cozinha, onde pode-se ver a preparação dos pratos pela equipe afinada.
Neste novo empreendimento, André deu uma guinada total, partiu de sua culinária italiana, para um cozinha totalmente criativa e autoral, sem divisão entre entradas e pratos.
As receitas de seus pratos são descritas no cardápio, apenas pela lista dos ingredientes, que por sinal, vem mudando desde sua inauguração no final de 2017.
O seu ícone como prato é o porco, o copa lombo que por ser divino, ainda consta do cardápio.Este prato veio lá dos tempos de Vito e vem acompanhado agora de um repolho assado e farofa. Uma delícia!
No meio do jantar, fui conversar com o André, que se lembrava de mim e reclamou da minha demora para vir conhecer seu novo restaurante.
Iniciamos o jantar com Taquitos de Pati, com queijo fundido e cogumelos. Este prato estava bem gostoso e custou R$39,00. Os taquitos são um tipo de panquecas.
O outro prato pedido foi: lulas e morcilla, que vinham com uma saladinha e batatas fritas. Custou R$39,00
Para acompanhar os pratos, pedi uma taça de Marques de Toledo Crianza, que é importado pela Decanter e custou R$27,00. Na importadora, a garrafa custa R$64,90, isto quer dizer que bastam 3 taças para se comprar uma garrafa deste vinho. Acho caro.
O cardápio brinca ao sugerir para tudo, o acompanhamento de ovo frito, que acrescenta R$5 ao prato. Tenho certas dúvidas se o ovo frito combina mesmo com todos os pratos…
Eu disse a ele que tudo ali mais parecia uma brincadeira de produtos e sabores, ao que ele refutou: "Uma brincadeira séria”. Este é o André!
A conta final ficou em R$194,70 razoável para os pratos servidos para duas pessoas.
Se gente se animasse muito, provavelmente a conta ficaria bem mais salgada.
O Lilu não é econômico como era o Vito, no seu início, mas é um restaurante divertido e com uma personalidade própria.
Gostei muito da experiência e pretendo voltar lá para provar outras delícias!
Ele começou sua carreira, aos 17 anos, na cozinha de Hamilton Mellão.
Tempos depois, senti muito quando aquela sociedade do Vito se desfez e eu fiquei aguardando ansiosamente o seu novo empreendimento.
Quando ele abriu o Lilu, fiquei feliz!
Lilu é o nome de seu novo restaurante e veio do apelido de sua avó. Logo que eu soube o novo endereço de seu restaurante, passei lá em frente para fotografar a carta e ver que caminho Mifano estava trilhando.
Como o restaurante só costuma abrir de noite, esperei uma oportunidade para visitá-lo.
O Lilu fica à rua Francisco Leitão, 269 (fone: 99746-0269), em Pinheiros. Abre de terça à sábado, das 19h30 às 22h45.
Seu pequeno salão é envidraçado, aberto para a cozinha, onde pode-se ver a preparação dos pratos pela equipe afinada.
Neste novo empreendimento, André deu uma guinada total, partiu de sua culinária italiana, para um cozinha totalmente criativa e autoral, sem divisão entre entradas e pratos.
As receitas de seus pratos são descritas no cardápio, apenas pela lista dos ingredientes, que por sinal, vem mudando desde sua inauguração no final de 2017.
O seu ícone como prato é o porco, o copa lombo que por ser divino, ainda consta do cardápio.Este prato veio lá dos tempos de Vito e vem acompanhado agora de um repolho assado e farofa. Uma delícia!
No meio do jantar, fui conversar com o André, que se lembrava de mim e reclamou da minha demora para vir conhecer seu novo restaurante.
Iniciamos o jantar com Taquitos de Pati, com queijo fundido e cogumelos. Este prato estava bem gostoso e custou R$39,00. Os taquitos são um tipo de panquecas.
O outro prato pedido foi: lulas e morcilla, que vinham com uma saladinha e batatas fritas. Custou R$39,00
Para acompanhar os pratos, pedi uma taça de Marques de Toledo Crianza, que é importado pela Decanter e custou R$27,00. Na importadora, a garrafa custa R$64,90, isto quer dizer que bastam 3 taças para se comprar uma garrafa deste vinho. Acho caro.
O cardápio brinca ao sugerir para tudo, o acompanhamento de ovo frito, que acrescenta R$5 ao prato. Tenho certas dúvidas se o ovo frito combina mesmo com todos os pratos…
Eu disse a ele que tudo ali mais parecia uma brincadeira de produtos e sabores, ao que ele refutou: "Uma brincadeira séria”. Este é o André!
A conta final ficou em R$194,70 razoável para os pratos servidos para duas pessoas.
Se gente se animasse muito, provavelmente a conta ficaria bem mais salgada.
O Lilu não é econômico como era o Vito, no seu início, mas é um restaurante divertido e com uma personalidade própria.
Gostei muito da experiência e pretendo voltar lá para provar outras delícias!
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Os vinhos de Lois Latour, produzidos na Borgonha e importados pela Inovini
A Inovini importadora promoveu um encontro com clientes, para mostrar os vinhos da vinícola Louis Latour. Este evento contou com a presença do seu Export Manager Vladimir Galván. O local do encontro foi o restaurante Cór, que fica na praça São Marcos, no Alto de Pinheiros.
O restaurante é muito agradável e tem um espaço separado para eventos. Ele é especializado em carnes maturadas a seco, que ficam até 60 dias em câmara frigorífica.
Neste evento, a representante da Inovini contou-nos que esta importadora faz parte do grupo Aurora, que nada tem a ver com os vinhos Aurora.
Em seguida o Sr. Vladimir que por sinal, fala português pois conviveu com brasileiros quando estudou agronomia em Angers, na região do Loire, iniciou sua apresentação.
Ele fez uma breve explanação sobre a vinícola, situada na Borgonha , que foi fundada em 1797.
Os seus vinhos são produzidos no Château Corton Grancey, em Aloxe-Corton. neste Château existe uma adega histórica, construída em 1834 e uma tanoaria própria.(onde se faz tonéis).
Esta vinícola vem produzindo vinhos das cepas Chardonnay e Pinot Noir fora da Borgonha, inclusive na Provence.
Os vinhos produzidos na Borgonha, fora a região sul, são feitos com duas cepas: Chardonnay para os brancos e Pinot Noir para os tintos.
A Chardonnay se adapta facilmente em outros terroires. Em cada um deles o resultado dos vinhos advindos desta uva é diferente. Nos países mais quentes, o vinho tende a ser menos seco que os vinhos da Borgonha.
Já a uva Pinot Noir é uma uva mais difícil, delicada, de casca fina e, apesar de ser plantada em muitos locais, nunca resulta em vinhos iguais ao da Borgonha.
Depois então de uma breve explanação, teve início a degustação dos vinhos brancos:
Mâcon Lugny Les Genières 2015, produzido nas colinas de Lugny, ao sul de Mâcon. O ano de 2015 foi um muito quente e difícil para elaboração de vinhos. Enquanto a colheita, em geral, tem início normalmente em meados de setembro, neste ano ela acontecem no começo do mês. Este é o vinho de entrada da vinícola, um vinho bem frutado e agradável, com aromas de mel, cítrico e com boa acidez. Tem boa persistência.
Pouilly Fuisse 2016 fica de 8 a 10 meses em cubas de inox. Seus aromas são de frutas brancas, como pera. Ele é bem equilibrado, tem notas defumadas, tem boa mineralidade e persistência.
Mersault Blagny Premier Cru 2016, produzido na região de Côte de Beaune. É um vinho muito aromático, com toque de amêndoas e baunilha. Ele enche a boca, é muito longo e agradável. Ele é um grande Chardonnay.
Bourgogne Rouge Cuvée Latour 2015 amadurece entre 10 a 12 meses em inox. No nariz é presente o aroma de frutas vermelhas e na boca aparecem notas de cassis, cerejas e alcaçuz.
Massanay 2016 amadurece de 10 a 12 meses em tanques de inox. É um vinho delicado, com notas de frutas vermelhas no nariz. É um vinho de boa persistência, sedoso e delicado.
Aloxe Corton Les Chaillots 1er Cru 2014 amadurece de 10 a 12 meses em barricas de carvalho, 50% novas. Este é um vinho de cor mais escura e brilhante. Apresenta aroma de cerejas, amoras, alcaçuz e sous-bois. Na boca ele mostra elegância, taninos sedosos, boa acidez e persistência. Este é um grande vinho que ainda tem muito a evoluir.
Esta degustação foi muito agradável e informal e foi acompanhada de frios, pães e queijos da casa.
Agradeço à Inovini e Vladimir, o convite.
Também agradeço a gentileza de ter sido convidado para conhecer a cave da Louis Latour, na Borgonha.
O restaurante é muito agradável e tem um espaço separado para eventos. Ele é especializado em carnes maturadas a seco, que ficam até 60 dias em câmara frigorífica.
Neste evento, a representante da Inovini contou-nos que esta importadora faz parte do grupo Aurora, que nada tem a ver com os vinhos Aurora.
Em seguida o Sr. Vladimir que por sinal, fala português pois conviveu com brasileiros quando estudou agronomia em Angers, na região do Loire, iniciou sua apresentação.
Ele fez uma breve explanação sobre a vinícola, situada na Borgonha , que foi fundada em 1797.
Os seus vinhos são produzidos no Château Corton Grancey, em Aloxe-Corton. neste Château existe uma adega histórica, construída em 1834 e uma tanoaria própria.(onde se faz tonéis).
Esta vinícola vem produzindo vinhos das cepas Chardonnay e Pinot Noir fora da Borgonha, inclusive na Provence.
Os vinhos produzidos na Borgonha, fora a região sul, são feitos com duas cepas: Chardonnay para os brancos e Pinot Noir para os tintos.
A Chardonnay se adapta facilmente em outros terroires. Em cada um deles o resultado dos vinhos advindos desta uva é diferente. Nos países mais quentes, o vinho tende a ser menos seco que os vinhos da Borgonha.
Já a uva Pinot Noir é uma uva mais difícil, delicada, de casca fina e, apesar de ser plantada em muitos locais, nunca resulta em vinhos iguais ao da Borgonha.
Depois então de uma breve explanação, teve início a degustação dos vinhos brancos:
Mâcon Lugny Les Genières 2015, produzido nas colinas de Lugny, ao sul de Mâcon. O ano de 2015 foi um muito quente e difícil para elaboração de vinhos. Enquanto a colheita, em geral, tem início normalmente em meados de setembro, neste ano ela acontecem no começo do mês. Este é o vinho de entrada da vinícola, um vinho bem frutado e agradável, com aromas de mel, cítrico e com boa acidez. Tem boa persistência.
Pouilly Fuisse 2016 fica de 8 a 10 meses em cubas de inox. Seus aromas são de frutas brancas, como pera. Ele é bem equilibrado, tem notas defumadas, tem boa mineralidade e persistência.
Mersault Blagny Premier Cru 2016, produzido na região de Côte de Beaune. É um vinho muito aromático, com toque de amêndoas e baunilha. Ele enche a boca, é muito longo e agradável. Ele é um grande Chardonnay.
Bourgogne Rouge Cuvée Latour 2015 amadurece entre 10 a 12 meses em inox. No nariz é presente o aroma de frutas vermelhas e na boca aparecem notas de cassis, cerejas e alcaçuz.
Massanay 2016 amadurece de 10 a 12 meses em tanques de inox. É um vinho delicado, com notas de frutas vermelhas no nariz. É um vinho de boa persistência, sedoso e delicado.
Aloxe Corton Les Chaillots 1er Cru 2014 amadurece de 10 a 12 meses em barricas de carvalho, 50% novas. Este é um vinho de cor mais escura e brilhante. Apresenta aroma de cerejas, amoras, alcaçuz e sous-bois. Na boca ele mostra elegância, taninos sedosos, boa acidez e persistência. Este é um grande vinho que ainda tem muito a evoluir.
Esta degustação foi muito agradável e informal e foi acompanhada de frios, pães e queijos da casa.
Agradeço à Inovini e Vladimir, o convite.
Também agradeço a gentileza de ter sido convidado para conhecer a cave da Louis Latour, na Borgonha.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Èze, cidadela que esbanja charme entre Mônaco e Nice, na Côtes D'Azur
Hospedados em Cagnes-Sur_Mer, fomos visitar a cidade de Èze, que é uma vila situada entre Nice e Mônaco. (https://www.youtube.com/watch?v=yWIN0mAOnrA).
A vila foi construída sobre as ruínas de um castelo do século XII e, para visitá-la, é necessário estar preparado para subir as suas ladeiras. Existe um estacionamento caro e lotado, no pé do morro, de onde podemos iniciar a escalada.
A cidade é cheia de lojinhas de produtos finos, cafés mais econômicos, restaurantes e hotéis estrelados pelo guia Michelin.
Os seus becos e vielas dão um encanto especial àquela cidade, construída de pedra, com flores por todos os lados.
Èze foi descrita como um "ninho de águia”, por causa de sua localização com vista para um alto penhasco , 427 metros acima do nível do mar ,no Mediterrâneo francês. A cidade fica tão no alto, que a luz ocre de sua igreja Notre Dame de l’Assomption, construída em 1764, pode ser vista de longe. Uma cruz egípcia, dentro desta igreja, sugere as raízes antigas da aldeia, quando os fenícios ergueram um templo para homenagear a deusa Ísis.
O território do Principado de Mônaco tem início logo depois da aldeia Èze e vai até Menton, na atual fronteira italiana.
Tudo em Èze é chique, de bom gosto e caro, assim como vários hotéis frequentados pelos franceses e estrangeiros ricos.
Èze é um renomado centro turístico da Riviera Francesa , mundialmente famoso pela sua vista para o mar, a partir do topo de sua colina. Seu Jardin Botanique é conhecido por sua coleção de cactos e suculentas, bem como por suas vistas panorâmicas. Walt Disney passou uma parte significativa de tempo em Èze.
O edifício mais antigo da aldeia é a Chapelle de la Saint Croix, que remonta a 1306. A forma da torre do sino é uma indicação de que a vila já pertenceu à República de Gênova.
A pequena vila medieval é famosa por sua beleza e charme. Suas muitas lojas, galerias de arte, hotéis e restaurantes atraem um grande número de turistas. Como resultado, Èze tornou-se apelidado por alguns de um musée de aldeia , uma (aldeia de museu), como poucos residentes de origem local vivem ali.
Para curtir o luxo da cidade, tomamos um aperitivo rosè, Kir Royal, acompanhado de amendoins, bananas secas e azeitonas, em uma das sacadas do Chateau Ceze Hotel, com deslumbrante vistas para o Mediterrâneo.
O hotel tem áreas restritas para hóspedes.
Subimos também ao exótico jardim dos cactos, cuja entrada é paga. Achei muito árido depois de ter apreciado as flores que haviam por toda cidade.
Esculturas e jardins com chafariz se espalhavam por todo o nosso trajeto, revelando o bom gosto das pessoas que cuidam de Èze.
Aproveitamos o fim do nosso passeio pela graciosa cidade para comer uma salada e um crepe grand marnier ao cair da tarde.
Voltamos para Cagnes-Sur-Mer, realizados de ver tantas belezas!
Ainda na volta, passamos por Nice, exatamente na hora do extraordinário por do sol, na Promenade des Anglais. E assim fechamos nosso passeio com chave de ouro!
A vila foi construída sobre as ruínas de um castelo do século XII e, para visitá-la, é necessário estar preparado para subir as suas ladeiras. Existe um estacionamento caro e lotado, no pé do morro, de onde podemos iniciar a escalada.
A cidade é cheia de lojinhas de produtos finos, cafés mais econômicos, restaurantes e hotéis estrelados pelo guia Michelin.
Os seus becos e vielas dão um encanto especial àquela cidade, construída de pedra, com flores por todos os lados.
Èze foi descrita como um "ninho de águia”, por causa de sua localização com vista para um alto penhasco , 427 metros acima do nível do mar ,no Mediterrâneo francês. A cidade fica tão no alto, que a luz ocre de sua igreja Notre Dame de l’Assomption, construída em 1764, pode ser vista de longe. Uma cruz egípcia, dentro desta igreja, sugere as raízes antigas da aldeia, quando os fenícios ergueram um templo para homenagear a deusa Ísis.
O território do Principado de Mônaco tem início logo depois da aldeia Èze e vai até Menton, na atual fronteira italiana.
Tudo em Èze é chique, de bom gosto e caro, assim como vários hotéis frequentados pelos franceses e estrangeiros ricos.
Èze é um renomado centro turístico da Riviera Francesa , mundialmente famoso pela sua vista para o mar, a partir do topo de sua colina. Seu Jardin Botanique é conhecido por sua coleção de cactos e suculentas, bem como por suas vistas panorâmicas. Walt Disney passou uma parte significativa de tempo em Èze.
O edifício mais antigo da aldeia é a Chapelle de la Saint Croix, que remonta a 1306. A forma da torre do sino é uma indicação de que a vila já pertenceu à República de Gênova.
A pequena vila medieval é famosa por sua beleza e charme. Suas muitas lojas, galerias de arte, hotéis e restaurantes atraem um grande número de turistas. Como resultado, Èze tornou-se apelidado por alguns de um musée de aldeia , uma (aldeia de museu), como poucos residentes de origem local vivem ali.
Para curtir o luxo da cidade, tomamos um aperitivo rosè, Kir Royal, acompanhado de amendoins, bananas secas e azeitonas, em uma das sacadas do Chateau Ceze Hotel, com deslumbrante vistas para o Mediterrâneo.
O hotel tem áreas restritas para hóspedes.
Subimos também ao exótico jardim dos cactos, cuja entrada é paga. Achei muito árido depois de ter apreciado as flores que haviam por toda cidade.
Esculturas e jardins com chafariz se espalhavam por todo o nosso trajeto, revelando o bom gosto das pessoas que cuidam de Èze.
Aproveitamos o fim do nosso passeio pela graciosa cidade para comer uma salada e um crepe grand marnier ao cair da tarde.
Voltamos para Cagnes-Sur-Mer, realizados de ver tantas belezas!
Ainda na volta, passamos por Nice, exatamente na hora do extraordinário por do sol, na Promenade des Anglais. E assim fechamos nosso passeio com chave de ouro!
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