O Escritório Comercial da Embaixada da Espanha – ICEX convidou a imprensa para uma degustação de Vinhos da Espanha no Brasil.
Este evento ocorreu no dia 5 de outubro de 2016 e incluía um jantar no restaurante A Figueira Rubaiyat, com um menu especial do chef espanhol Carlos Valentí.
A degustação foi dirigida por Arthur Azevedo, presidente da ABS-SP, que inclusive trouxe rótulos das vinícolas Freixenet, Godelia, Martinez Bujanda e Viña Vilano.
A apresentação do evento foi feita por Ana Fornells de Frutos, conselheira econômica e comercial da Embaixada da Espanha.
Arthur Azevedo fez uma explanação geral sobre os vinhos da Espanha, país que ocupa a terceira posição, como produtor de vinhos do mundo, depois da Itália e França e que, tem a maior área de parreiras plantadas no mundo, seguido da China.
Arthur apresentou para os jornalistas, a atual classificação de vinhos da Espanha.
As categorias dos vinhos da Espanha são 3:
-DOP Denominación de Origen Protegida, subdividida em:
DO Denominación de Origen
DOCa Denominación de Origen Calificada
Vinos de Calidade con Indicación geográfica
Vino de Pago
Vino de Pago Calificado
-IGP Indicación de Origen Protegida - Vino de La Tierra
-Vino (sem indicação geográfica)
Ele também nos falou das regiões produtoras dos vinhos que iríamos degustar e passou a detalhar suas características.
Começou falando sobre as Cavas, que são espumantes feitos utilizando o método tradicional, como os Champagnes e que são na sua maior parte produzidos na região da Catalunya.
Provamos então o espumante Freixenet Brut Nature Vintage Reserva, da D.O Cava, feito das cepas: Macabro, Xarel-o e Parcelada. Ele é importado pela Qualimpor, que o vende por R$101,00. Ele é um vinho muito equilibrado, com boa perlage e oferece uma boa relação de preço qualidade.
O segundo vinho foi o espumante rosé Segura Viudas Brut Rosado Reserva, da D.O Cava, feito das cepas: Trepat e Garnacha. Ele tem uma bela cor rosa clara e é importado pela Qualimpor por R$117,00. É uma alternativa boa para um Champagne.
O terceiro vinho degustado foi o Godelia Godello-Doña Blanca 2014, D.O. Bierzo, das cepas: Modelo (80%) e Doña Blanca. É um delicioso vinho branco, com muito frescor, mineralidade e bem seco. Ele é importado pela Vinhos do Mundo por R$156,00
Em seguida, continuamos a prova com os vinhos tintos, com o Godelia Mencía 2011 D.O. Bierzo, da cepa Mencia. É importado pela Vinhos do Mundo por R$187,00. Este já é um vinho mais encorpado e gastronômico.
Provamos também o Finca Antigua Tempranillo 2012, D.O. La Mancha, da variedade: Tempranillo. Ele é importado pela Mistral por R$106,00. Este é um vinho que tem um preço muito bom para sua qualidade.
O último vinho provado foi o Finca Valpiedra Reserva 2008, D.O.C. Rioja, das variedades: 94% Tempranillo, 3% Graciano, 3% Maturana Tinta. Ele é importado pela Mistral por R$353,00. Este já é um vinho bem mais complexo e que merece ser apreciado depois de decantado. E assim foi feito. Uma verdadeira jóia da Espanha!
Durante a apresentação dos vinhos, foram servidos diversos canapés deliciosos, que revelou a qualidade do restaurante.
Como entrada serviram um carpaccio de vieira que era maravilhoso. Nunca havia provado esta iguaria.
Em seguida, nesta refeição, veio um baby beef no ponto, junto com verduras grelhadas, muito saboroso e macio.
Finalmente nos convidaram para o bufett de sobremesas. Escolhi provar um pouco da mousse de chocolate, a pêra ao vinho e o quindim. Todos divinos!
No início do evento, conversei com a Ana Fornells, sobre a divulgação de vinhos espanhóis, que poderia, a meu ver, ser mais intensa para que alcançasse melhor desempenho no mercado brasileiro.
Comentei que a divulgação dos vinhos espanhóis tem sido feita pelas importadoras. Elas tem trazido vinhos com bom preço e qualidade.
Ela me falou naquele momento que estavam promovendo um concurso de jovens sommeliers brasileiros, com o intuito de divulgar melhor o vinho espanhol e descobrir novos talentos.
O encontro foi muito interessante, pois permitiu melhor divulgação dos vinhos espanhóis.
O evento foi muito bem organizado e divulgado por “Sofia Carvalhosa Comunicação”.
Agradeço o convite e a oportunidade de melhor conhecer os vinhos espanhóis!
Aproveitem as experiências que venho vivendo, enquanto procuro conhecer melhor o mundo dos vinhos. Também vou falar da gastronomia e de viagens pelo mundo, incluindo as principais regiões produtoras de vinho. Saúde! E boa leitura!
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Wines of Chile 2016
Fui convidado a participar da 6ª Tasting Wines of Chile de 2016, promovida pela Wines Chile e organizada pela CH2A de Alessandra Casolato. Participei deste evento para conhecer melhor os vinhos chilenos e divulga-los, no Diário da Região e no meu blog.
A Associação dos Vinhos do Chile (Wines o Chile) é uma entidade sem fins lucrativos, que representa os produtores das vinícolas do Chile. Ela nasceu em 20 de abril de 2007, com o objetivo de unificar os esforços dos sindicatos anteriores, Viñas de Chile AG e ChileVid AG.
O Chile tem uma geografia extraordinária e clima único e por isso utiliza a agricultura orgânica e cultiva uvas variadas, que por sua vez, dão origem a vinhos diferenciados e excepcionais.
Os vinhos chilenos oferecem qualidade e diversidade e são frutos tanto de um clima de regimes frios, como do quente deserto de Atacama. Tais regiões sofrem a influência do Pacífico e dos Andes.
O Chile ocupa a primeira posição entre os exportadores de vinho para o Brasil, graças à qualidade de seus vinhos e à sua divulgação aqui.
Neste ano estiveram presentes neste evento, 33 produtores, entre os principais do Chile, com uma grande gama de vinhos de qualidade.
Em função da grande quantidade de vinhos, me ative, mais este ano, aos tintos e aos de qualidade superior. Entre eles se destacaram:
Viña Carmen Gold Reserve 2010, do vale do Maipo, da cepa Cabernet Sauvignon, importado pela Mistral.
Casa Silva Microterroir Los Lingues Carmenere 2009, importado pela Vinhos do Mundo. Este eu não conhecia e se mostrou um Carmenere com personalidade.
Viña Cono Sur, importado pelo La Pastina, onde selecionei: Ocio 2013, do Vale de Casablanca, da cepa Pinot Noir. Além deste, se destacou também, o Silencio 2011, do Vale do Maipo, da cepa Cabernet Sauvignon.
Cousin Macul, com o Lot 2010, do vale do Maipo, com as cepas: Cabernet Sauvignon (75%) e Merlot, importado pela Ferseq Representações.
Via El principal e seu vinho Memórias 2012, do vale do Maipo, com as cepas: Cabernet franc, Cabernet Sauvignon, Carménère, Petit Verdot e Shyraz. Ele é importado pela Decanter.
Emiliana Organic Vineyards, com o Coyam 2012, produzido no vale do Colchagua, das cepas: Syrah (39%), Carménère (32%), Merlot (17%), Cabernet Sauvignon (9%), Mouvedre (2%) e Malbec. O importador é o La Pastina.
Viña Leyda, com seu Lot 21, 2013, do vale de Leyda, da cepa Pinot Noir. Ele é importado pela Grand Cru.
Viña Montes, importado pela Mistral, com seus maravilhosos vinhos: Purple Angel 2012, com as cepas Carménère (92%) e Petit Verdot. Para mim este é o melhor Carménère que já provei. Também serviram neste evento, o maravilhosos Alpha M 2011, com as cepas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franca, Merlot e Petit Verdot.
Viña San Pedro, da importadora Interfood: Tieras Moradas 2012, do vale do Maule, da cepa Carménère.
Santa Ema, com seu Rivalta 2013, do Maipo Alto (Pirque), com as cepas: Cabernet Sauvignon (62%), Carménère (21%), Carignan (11%) e Syrah, estava maravilhoso! Ele é importado pela Santa Ema Brasil. Este vinho estava excelente.
Viña Santa Rita, do importador Winebrands, com seu vinho Casa Real 20112, do Maipo, com a cepa Cabernet Sauvignon, que estava sensacional!
Via Valdiveso, importada pela Ravin trouxe, entre outros seu Cabalo Loco Nº16 Non Vintage, do Vale central que ainda estava muito novo, mas que já mostrava seu potencial. Este vinho é um blend dos vinhos das safras 2011 e do vinho Nº15.
Apesar de serem muito jovens e com grande potencial de envelhecimento, os destaques foram: Santa Ema Rivalta 2013, Viña Montes Purple Angel e Alpha M, Viña Santa Rita Casa Real e Viña Cono Sur Silencio.
Além da organização perfeita da CH2A Comunicação e vinhos de alto nível, o evento foi maravilhoso!
A Associação dos Vinhos do Chile (Wines o Chile) é uma entidade sem fins lucrativos, que representa os produtores das vinícolas do Chile. Ela nasceu em 20 de abril de 2007, com o objetivo de unificar os esforços dos sindicatos anteriores, Viñas de Chile AG e ChileVid AG.
O Chile tem uma geografia extraordinária e clima único e por isso utiliza a agricultura orgânica e cultiva uvas variadas, que por sua vez, dão origem a vinhos diferenciados e excepcionais.
Os vinhos chilenos oferecem qualidade e diversidade e são frutos tanto de um clima de regimes frios, como do quente deserto de Atacama. Tais regiões sofrem a influência do Pacífico e dos Andes.
O Chile ocupa a primeira posição entre os exportadores de vinho para o Brasil, graças à qualidade de seus vinhos e à sua divulgação aqui.
Neste ano estiveram presentes neste evento, 33 produtores, entre os principais do Chile, com uma grande gama de vinhos de qualidade.
Em função da grande quantidade de vinhos, me ative, mais este ano, aos tintos e aos de qualidade superior. Entre eles se destacaram:
Viña Carmen Gold Reserve 2010, do vale do Maipo, da cepa Cabernet Sauvignon, importado pela Mistral.
Casa Silva Microterroir Los Lingues Carmenere 2009, importado pela Vinhos do Mundo. Este eu não conhecia e se mostrou um Carmenere com personalidade.
Viña Cono Sur, importado pelo La Pastina, onde selecionei: Ocio 2013, do Vale de Casablanca, da cepa Pinot Noir. Além deste, se destacou também, o Silencio 2011, do Vale do Maipo, da cepa Cabernet Sauvignon.
Cousin Macul, com o Lot 2010, do vale do Maipo, com as cepas: Cabernet Sauvignon (75%) e Merlot, importado pela Ferseq Representações.
Via El principal e seu vinho Memórias 2012, do vale do Maipo, com as cepas: Cabernet franc, Cabernet Sauvignon, Carménère, Petit Verdot e Shyraz. Ele é importado pela Decanter.
Emiliana Organic Vineyards, com o Coyam 2012, produzido no vale do Colchagua, das cepas: Syrah (39%), Carménère (32%), Merlot (17%), Cabernet Sauvignon (9%), Mouvedre (2%) e Malbec. O importador é o La Pastina.
Viña Leyda, com seu Lot 21, 2013, do vale de Leyda, da cepa Pinot Noir. Ele é importado pela Grand Cru.
Viña Montes, importado pela Mistral, com seus maravilhosos vinhos: Purple Angel 2012, com as cepas Carménère (92%) e Petit Verdot. Para mim este é o melhor Carménère que já provei. Também serviram neste evento, o maravilhosos Alpha M 2011, com as cepas Cabernet Sauvignon, Cabernet Franca, Merlot e Petit Verdot.
Viña San Pedro, da importadora Interfood: Tieras Moradas 2012, do vale do Maule, da cepa Carménère.
Santa Ema, com seu Rivalta 2013, do Maipo Alto (Pirque), com as cepas: Cabernet Sauvignon (62%), Carménère (21%), Carignan (11%) e Syrah, estava maravilhoso! Ele é importado pela Santa Ema Brasil. Este vinho estava excelente.
Viña Santa Rita, do importador Winebrands, com seu vinho Casa Real 20112, do Maipo, com a cepa Cabernet Sauvignon, que estava sensacional!
Via Valdiveso, importada pela Ravin trouxe, entre outros seu Cabalo Loco Nº16 Non Vintage, do Vale central que ainda estava muito novo, mas que já mostrava seu potencial. Este vinho é um blend dos vinhos das safras 2011 e do vinho Nº15.
Apesar de serem muito jovens e com grande potencial de envelhecimento, os destaques foram: Santa Ema Rivalta 2013, Viña Montes Purple Angel e Alpha M, Viña Santa Rita Casa Real e Viña Cono Sur Silencio.
Além da organização perfeita da CH2A Comunicação e vinhos de alto nível, o evento foi maravilhoso!
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
O restaurante I Due Ladroni de Roma
A vida nos prega algumas surpresas e devemos estar atentos e abertos a elas!
Em Roma, fui ao restaurante I Due Ladroni, que fica na Piazza Nicosia, 24, próximo ao rio Tevere e à ponte Cavour.
O ambiente ali era muito agradável e os garçons nos deixaram à vontade, como se estivéssemos em casa. De saída nos recebeu o Massimo, que realmente era uma ótima pessoa, muito gentil e educado.
Em seguida, quem nos atendeu era outro garçom, Georgio, nascido na Sardenha. Ele nos falou então das uvas de sua ilha.
Logo nos entendemos com Giorgio também, uma pessoa acolhedora e muito afetiva. Depois de uma prosa, ele nos trouxe o cardápio.
O cardápio era tentador e foi difícil decidir o prato.
Para começar escolhi um Carpaccio di Polpo con Rucola e Noci (carpaccio de polvo com rúcula e nozes), que era muito delicado.
Solicitamos também um Calamari Grigliati con pure de Lenticchie e Porcini (lulas grelhadas sobre purê de lentilhas, com porcini), bem interessante!
Pedimos finalmente um divino Tagliolini al Tartufo Nero con Mandorle e Pecorino (massa com trufa negra, amêndoa e queijo pecorino). O prato ao chegar na mesa exalava aquele divino aroma de gaz de cozinha tão característico. estava excelente pois combinava delicadeza com certa personalidade, cremosidade com crocância.
O outro prato pedido foi Rigatoni all' Amatriciana, que também era muito bem feito.
Como estava em Roma, na região do Lazio, pedi um vinho Shiraz Casale del Giglio, da mesma região. Perguntei ao Giorgio sobre os vinhos do Lazio e conversamos um pouco sobre isso.
Depois comemos calmamente nossos saborosos pratos.
Veio a hora da sobremesa. Dificilmente eu gosto dos doces italianos, acho a França muito superior neste quesito, no entanto, havia ali a tão desejada Pastiera di Grano, uma perdição! Acabei cedendo aquela tentaçåo.
Para acompanhar a pastiera, especialmente esta com água de rosas, pedi um Passito de Panteleria que ficou perfeito com a sobremesa!
O jantar com gorjeta ficou em 123 euros.
O jantar foi muito bom e pudemos estar num ambiente acolhedor e familiar, menos turístico que os demais.
Esta experiência me fez mudar de opinião, pois em geral, acreditava que em Roma, apesar da comida ser sempre muito boa, o serviço era fraco, ascético, como nas grandes cidades.
O que vivi no Il Due Ladroni foi uma experiência q aliava uma excelente recepção com uma ótima comida!
Se estiver em Roma, vale a pena vir conversar com Georgio e se sentir em casa!
Em Roma, fui ao restaurante I Due Ladroni, que fica na Piazza Nicosia, 24, próximo ao rio Tevere e à ponte Cavour.
O ambiente ali era muito agradável e os garçons nos deixaram à vontade, como se estivéssemos em casa. De saída nos recebeu o Massimo, que realmente era uma ótima pessoa, muito gentil e educado.
Em seguida, quem nos atendeu era outro garçom, Georgio, nascido na Sardenha. Ele nos falou então das uvas de sua ilha.
Logo nos entendemos com Giorgio também, uma pessoa acolhedora e muito afetiva. Depois de uma prosa, ele nos trouxe o cardápio.
O cardápio era tentador e foi difícil decidir o prato.
Para começar escolhi um Carpaccio di Polpo con Rucola e Noci (carpaccio de polvo com rúcula e nozes), que era muito delicado.
Solicitamos também um Calamari Grigliati con pure de Lenticchie e Porcini (lulas grelhadas sobre purê de lentilhas, com porcini), bem interessante!
Pedimos finalmente um divino Tagliolini al Tartufo Nero con Mandorle e Pecorino (massa com trufa negra, amêndoa e queijo pecorino). O prato ao chegar na mesa exalava aquele divino aroma de gaz de cozinha tão característico. estava excelente pois combinava delicadeza com certa personalidade, cremosidade com crocância.
O outro prato pedido foi Rigatoni all' Amatriciana, que também era muito bem feito.
Como estava em Roma, na região do Lazio, pedi um vinho Shiraz Casale del Giglio, da mesma região. Perguntei ao Giorgio sobre os vinhos do Lazio e conversamos um pouco sobre isso.
Depois comemos calmamente nossos saborosos pratos.
Veio a hora da sobremesa. Dificilmente eu gosto dos doces italianos, acho a França muito superior neste quesito, no entanto, havia ali a tão desejada Pastiera di Grano, uma perdição! Acabei cedendo aquela tentaçåo.
Para acompanhar a pastiera, especialmente esta com água de rosas, pedi um Passito de Panteleria que ficou perfeito com a sobremesa!
O jantar com gorjeta ficou em 123 euros.
O jantar foi muito bom e pudemos estar num ambiente acolhedor e familiar, menos turístico que os demais.
Esta experiência me fez mudar de opinião, pois em geral, acreditava que em Roma, apesar da comida ser sempre muito boa, o serviço era fraco, ascético, como nas grandes cidades.
O que vivi no Il Due Ladroni foi uma experiência q aliava uma excelente recepção com uma ótima comida!
Se estiver em Roma, vale a pena vir conversar com Georgio e se sentir em casa!
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Restaurante Supra di Mauro
Fui duas vezes ao restaurante Supra di Mauro, que é um restaurante que tem também uma rotisserie com delivery de seus produtos, entre eles a polenta italiana (R. Leopoldo Couto Magalhães Júnior, 681 - Itaim Bibi, São Paulo).
Aberta em 2014, a casa de Mauro Maia tem cozinha comandada por Rodrigo Bizzo, chef que, por sinal, teve passagens pelo restaurante Tre do JK.
O Supra di Mauro criou um sistema de rolha simpático e você pode trazer o seu vinho por uma taxa de R$75,00 a garrafa. Depois, você leva para casa um vinho da Puglia, como cortesia.
A carta de vinhos tem bons produtos com preços razoáveis e o sommelier, que eu já conhecia, foi muito gentil, me mostrando a sua adega e explicando os seus vinhos.
As massas feitas no local usam sêmola de grano duro e a produção acontece numa área logo na entrada do restaurante, onde podemos assistir o seu preparo.
Na primeira vez que fomos ao Supra, pedimos estes pratos :
Agnolotti dal plin in Salsa di Arrosto (Massa piemontesa recheada com carnes, verduras e ervas ao molho de assado).
Uovo nel Tortello al Profumo de Tartufo Bianco d’Alba (Grande ravioli, recheado com ricota espinafre e uma gema de ovo quente aromatizada com pasta de trufas brancas, servido ao molho de manteiga trufada).
Para acompanhar pedimos água e uma taça de Teroldengo Rotaliano, que estava bom.
De sobremesa tivemos: um Budino de Pistache.
A conta ficou em R$267,23, com águas e 1 café Nespresso. Sinceramente Nespresso eu prefiro tomar em casa.
Na segunda vez que fomos lá pedimos pratos diferentes para conhecer:
Costeleta D' Agnello Alle Erbe Fresce, Pesto di Menta e Patate al Salto (Costeletas de cordeiro grelhado, servida com azeite e pesto de menta), prato este que estava divino e farto.
Anatra el Pignato in Salsa di Porto e Fave con Patate Doce - Coxa / sobrecoxa de pato, à moda do Vêneto - confit, com molho de vinho do Porto e favas, com batata doce grelhada. Estava delicado, mas acho que ficaria melhor ainda com batatas comuns (Não sou muito fã de batata doce).
Desta vez, a conta sem vinho ficou em R$246,62, com águas e 1 Nespresso.
Pretendo voltar ao restaurante, pois acho que tem uma cozinha criativa e apesar de não ser barato oferece uma boa relação custo benefício.
A comida do Supra é mesmo muito boa!
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